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Em Portugal, a má impressa ou a má comunicação social, detida maioritariamente pelos grandes grupos económicos ou, como se diz, na gíria sindical resultante do PREC, pelo “grande capital explorador”, conseguiu passar a imagem de que o sindicalismo é sinal de problema, sarilho, agitação ou, até, destruição de empresas e, consequentemente, de postos de trabalho.
Se durante o PREC esta imagem tinha algum fundamento hoje é, de todo, impertinente e redutora.
Comparados aos políticos, os profissionais mais descredibilizados em quase todos os estudos credíveis de opinião,
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os sindicalistas são tomados como alvos imprestáveis, com quem não se pode dialogar ou tratar de assuntos sérios, como por exemplo, a gestão e a vida das empresas.
Porque urge combater esta injustiça, de “apanhar o justo pelo pecador”, a confederação sindical independente portuguesa USI – União dos Sindicatos Independentes solicitou ao CIES (Centro de Investigação e Estudos Sociais) na pessoa do seu animador, entusiasta, investigador-sénior, Prof. Dr. Paulo Pereira de Almeida, para fazer a “radiografia” do actual sindicalismo português e, através da escolha das melhores práticas sindicais, apontar possíveis caminhos para a dignificação do sindicalismo português.
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CICLO DE CONFERÊNCIAS ISCTE NO ÂMBITO DA PÓS GRADUAÇÃO EM SINDICALISMO E RELAÇÕES LABORAIS
Dia 25 de Junho
Marco Boltri
- DIRCREDITO Itália
Dia 2 de Julho
Afonso Pires Diz
- Presidente do SNQTB e Coordenado da USI
Entrada livre
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